Ela amava, todos os cantinhos sujos E todos os muros de chapisco puxados, Becos mijados, prédios abandonados e vizinhanças perigosas da cabeça de tormenta que ele tinha. Perdoava todo crime de ódio e invasão, ação perigosa e confraternização desmedida Rompandes, vontades e caprichos de um ego monolítico e fragmentado ao mesmo tempo. E permitia dele truques de desaparecimento, jogos mentais e ilusões Magias, truques e mal entendidos Nos quais a falta de compreensão era dela, infantil. Eu isso que ela oferecia, era cobrado em dobro Indenturada Que tanto dava, e nada a sobrava